Livro do italiano Massimo Negrotti cita a arquitetura de Ulisses Morato

6/2/2016

O sociólogo italiano Massimo Negrotti em seu livro The Reality of the Artificial - Nature, Technology and Naturoids cita a arquitetura de Ulisses Morato como exemplo de integração ao meio natural. Em correspondência com o autor do livro, sobre a referência à obra de Morato, ele declara:

 

Dear Colleague,

 

The citation refers to your exciting view of architecture as something that, in the same time, fits nature or existing urban context and proposes itself as a human creativity act.

This, in my opinion, is the true classical view starting from the European Renaissance and it deserves to be restored and renewed after the new aesthetic theories.

In my book, I sustain that the technology of the artificial often tries to reproduce natural things with the persuasion to be able to do it in a perfect way.

But, as a result, always it is successful only from some 'observation level' and not from all the other.

Therefore, the fact that artificial things or man-made, will always appear at several observation levels.

The architecture tried since long time to make artificial reproduction of natural things, sometime with some degree of success, but, in the end, the best architecture is the one that fit the nature without denying or masking its very human origin.  It seems to me that this is also your 'philosophy', which is also the position of the greatest architects of the history.

 

Congratulations for your work,

 

Massimo Negrotti
 

 

Sobre o autor

 

Massimo Negrotti tem sido Professor Titular de Metodologia de Ciências Humanas na Universidade de Parma e Gênova desde 1980, e atualmente também leciona na Universidade de Urbino ‘Carlo Bo', onde ele preside o LCA (laboratório para a Cultura do Artificial). Suas áreas de pesquisa são: metodologia de ciências humanas, tecnologia, cibernética, e a cultura do artificial.

 

Sobre o livro

 

The Reality of the Artificial - Nature, Technology and Naturoids

 

A ambição humana de reproduzir e melhorar os objetos naturais e processos tem uma longa história, e varia de sonhos para projeto real, de asas de Ícaro para robótica moderna e bioengenharia. Este imperativo parece estar ligada não só a utilidade prática mas também para a nossa psicologia profunda. No entanto, reproduzir algo natural não é uma empresa fácil, e a replicação real de um objecto singular ou processo por meio de uma tecnologia é impossível. Neste livro, o autor usa o termo naturoid para designar qualquer artefato real decorrente de nossa tentativa de reproduzir situações naturais. Ele concentra-se em atividades que envolvem a reprodução de algo existente na natureza, e cuja reprodução, por meio de estratégias de construção que diferem dos naturais, que consideramos ser útil, atraente ou interessante. Mais informações, clique aqui.

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